Não se engane: Web designer não existe!

9 Maio 2007 por Anônimo

Ou está em extinção. No inicio da Web até meados de 2005 o profissional da rede tinha que ser completo. Saber programar, desenvolver layout, elaborar conteúdo, administrar o site e cuidar de absolutamente tudo. Hoje em dia os cargos do profissional da web são bem específicos sendo que hoje os web designers só cuidam do visual da página sem ter acesso, ou com acesso mínimo, aos códigos do site. Para isso existe o CSS e tudo mais mas, isto é realidade mesmo?

Esta restrição de funções no cargo do web designer não é vista realmente, ou freqüentemente, no mercado de trabalho e todas as propostas feitas em bancos de empregos na Internet para web designers não envolvem a nova proposta de um web designer.

Hoje mesmo recebi, em meus recados, no Orkut, uma proposta que foi feita a mim e a outras centenas de pessoas para o cargo de web designer e o necessário era apenas possuir conhecimentos intermediários em HTML (na unha), CSS, XML, Web Standards, DHTML/DOM, noções de SSI, Javascript, Tableless e Photoshop (apenas para recortar). Resumindo, querem o profissional do inicio da Internet que eu citei. Esta situação é a mais recorrente em qualquer banco de empregos.

Portanto, minha sugestão hoje para quem pretende trabalhar com isto é: aprendam o máximo que puderem de todas as áreas porque o que falam por aí, por enquanto, não parece que vai mudar.

PS. Já que o Papa chegou no Brasil, será que não tem uma vaga como web designer no site do Vaticano não? Acho aquele site tão miserável por ser a página oficial da maior instituição religiosa do mundo.

Inovação e adição de recursos não são relativos

5 Maio 2007 por Anônimo

Essa é uma das discussões mais antigas e mais ocorrentes no mundo da tecnologia. Por exemplo: “Meu programa adicionou suporte à videoconferência, chamadas internacionais e ainda tem tratamento de fotos para usar na avatar!” E a resposta: “E daí? O meu programa já tem videoconferência, chamas internacionais, tratamento de fotos para usar na avatar há três anos e ainda oferece chamadas mais baratas e formas de pagamento que eu mesmo posso escolher”.

Essa discussão de quem fez primeiro e quem copiou é clássica e duvido que 9 em cada 10 leitores não tenham utilizado desse argumento para defender um software muito querido. O fato é que, se os recursos não forem patenteados, os desenvolvedores podem livremente “imitar” estes recursos – e estas imitações são muito bem-vindas!

Nas discussões mais recentes estão Windows Vista, Mac OS X e alguns Linux; Firefox, Internet Explorer 7 e Opera. A questão todos já sabem: O Vista teria copiado o Mac OS X e alguns Linux, que por sua vez teriam copiado o Mac OS X que teria se baseado em alguns Linux. No outro ringue estão o inovador Opera, o inovador Firefox e o inovador Internet Explorer. Sendo o Opera o mais apontado como criador de recursos – menos utilizado – imitado pelo Firefox que ganhou fama e foi imitado pelo Internet Explorer.

Na verdade, todas as imitações vistas tanto nos sistemas operacionais apresentados quanto nos navegadores foram positivas. No ponto de vista do webdesigner que sofria com as carências de interpretação de CSS do Internet Explorer, pode-se dizer que evoluiu 100% mesmo não estando 100%. O mesmo Internet Explorer que só perdia mercado para o Firefox conseguiu por um mês ter um leve aumento em número de usuários que haviam migrado para o Firefox. Este número voltou a ser perdido mas isso são outros quinhentos. :D

Conclusão: tudo que atende à s necessidades o povo adora e se alguém perde mercado devido à estes recursos, nada melhor que atender à s necessidades também. Claro que trazendo um algo mais, pois sem atrativos ninguém vai querer deixar a quem já é fiel pela necessidade atendida. Neste caso quem fez primeiro é o de menos. Se quer contar vantagem do seu programa preferido, fale dos recursos que só ele possui e sempre está melhorando e não dos recursos que o seu tem a mais tempo que o do outro ou esta vai ser uma discussão de “quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha”.

Chega de novos Diggs nacionais! Vira a fita!

28 Abril 2007 por Anônimo

A web 2.0 nacional ainda engatinha se relacionarmos com o resto do mundo. Agora, numa boa, se é pra engatinhar, será que custa mudar a direção? Se eu fosse listar aqui a quantidade de sites baseados no Digg que temos no Brasil, entraria para o Guinnes Book duplamente como o autor do post mais longo de toda a história e como o com mais calos nos dedos.

Este excesso de Diggs lembra até a primeira explosão do Orkut que ainda é fenômeno mas todo mundo já tem, não é novo. Com a explosão do Orkut vieram Gazzag, Beltrano, Gaia, Uolk – mais cara-de-pau que já se chamou até Uolkut – e muitos outros.

O negócio é que estamos escassos de inovação. Atualmente o Rec6 é quem ganha a batalha dos Diggs nacionais, mas tudo que não o falta é concorrentes e as armas do Rec6 não são totalmente favoráveis. Como veio a partir de uma rede social (lê-se outro Orkut nacional) voltada à profissões, a Via6, o Rec6 não conseguiu criar vida própria e deixar o jeito mais sério permitindo mais variedade de informações como humor e se estacionou em Tecnologia, Gestão e Recursos Humanos, Economia e Negócios e, mais recentemente, Entretenimento e Mundo e Atualidades. Resumindo: em suma, o Rec6 não inovou em nada e ainda retirou a diversidade do Digg – o que o torna um fraco competidor forte.

Se querem criar novos Diggs, poderiam optar para novos ramos e rumos como o Picli em que se vota nas melhores fotos. Não digo que o Picli vai dar certo porque tal como o Rec6, ele aposta em fotos mais profissionais que não vão interessar ao grande público. Mas talvez se fosse criado em parceria com gravadoras e bandas um portal que votasse nas melhores músicas ou um que votasse em filmes de cada gênero e geral, talvez este até em parceria com uma rede de locadoras ficaria perfeito: quem assistiu recomenda se você deve ou não assistir mas como não teria comentários tão expostos, os votos não revelaram o final do filme. Talvez até um que coloque em votação textos para trabalhos escolares. Seria um saco, mas um saco perfeito pros estudantes. Mas tudo que não podemos esquecer mesmo é de uma coisa, por mais que insistam, e eu prefiro que continuem insistindo, o Brasil ainda é o país do futebol. Sacou a dica, desenvolvedor?

Agora se querem seguir a verdadeira dica decente, veja o que seu público realmente necessita que vai ser fácil constatar que não são novos Diggs nem novos Orkuts e sim novos novos como o 8P da Globo.com que é uma alternativa às redes de relacionamento seguindo o estilo fotolog já conhecido nacionalmente sem ser igual ao Flickr ou como o Wasabi, rede de relacionamentos nacional atualmente estacionada baseada em feeds RSS.

Ganância da vez: popularidade sem nexo

27 Abril 2007 por Anônimo

Aproveitando que faz uns dias que eu, e ninguém, escreve aqui e com uma falta de assuntos, comecei a reparar no ex-sub-mundo e futuro da tecnologia online: as pessoas comuns. Os escolhidos pro teste anônimo: meus amigos. Todos são da minha faixa etária, 13 a 15 anos, e são os típicos Rafinha.

Pra começar, reparei nos assuntos que eles falam e é bem o que nos remete a outro videozinho curioso: Epic 2015. Claro que sem as partes mirabolantes, mas principalmente sobre a geração de conteúdo pessoal. Fomos à um parque natural público de São Paulo e levamos a câmera fotográfica, bem vagabunda por sinal, de um deles. O objetivo principal de ir ao parque para mim, andar um pouco, perder a jovem banha, jogar basquete. Objetivo principal para eles, conseguir um bom plano de fundo para as fotos deles. Meu Orkut, só para íntimos =P, também já está cheio daquelas fotos que tiramos hoje, mas não vem o caso. O incrível mesmo foi a gente vendo as fotos quando ia tirando. Os comentários eram só do tipo “Legal! Esta vai pro meu álbum!”, “Gostei! Esta vai pro meu perfil“.

A explicação mais lógica que eu consegui, desculpem leitoras do blog, foi que vivemos apenas para tirar fotos, colocar no Orkut, impressionar uma garota, fazer sexo (para não falar com as palavras mais grosseiras; tá bom, comer elas) e, por fim, ter filhos que vão fazer as mesmas coisas.

Perfil do criador do Orkut com um tantão de recadosVoltando do parque o principal assunto era um de meus amigos que conseguiu um código com um amigo dele que mandava recados automaticamente fazendo subir seu número de recados. Depois era só cobrir a primeira página com alguns recados verdadeiros para tentar esconder do resto do mundo que você não é tão popular a ponto de ter tantos recados. O objetivo é bobo e esta sempre foi minha opinião, agora para meus amigos já não tenho tanta certeza. Eles se fizeram na Internet com essa idéia de “quem pode mais chora menos” e que a importância é medida por pontos, no caso, popularidade.

Infelizmente é esse o rumo atual da Internet para as massas no Brasil. Tornar-se popular independente da relevância das informações transmitidas. Por um lado pode ser o inferno, por outro, é o inicio de um tempo em que nós mesmos geramos conteúdo sobre nossa própria vida e transmitimos nossa cultura para o mundo seja qual for o objetivo. Até mesmo sem objetivo e apenas para catar mulher, comer e ter filhos que vão seguir nossa cultura.

Problogger? Eu não!

9 Abril 2007 por Anônimo

Vocês (ou pelo menos os que não acompanham via feed) já devem ter percebido alguns Anúncios do Google no site. Eu gostaria de nos explicar.

O Servidor no qual nosso honorável, maravilhoso e exelentíssimo blog está hospedado, é, na verdade um diretório do site MundoFW e este está querendo nos expulsar (por motivos pessoais, não somos tão odiáveis assim). E agora, esta pessoa que vos fala está correndo atrás de moedas no sinal para a garantia de um servidor e um domínio. Desculpem-nos o ato de Problogarismo.

Não que eu seja contra os probloggers, lonje disso! Mas ao meu ver, um ato de se prostituir (bloglogicamente falando) tira toda a graça de se estar blogando. Mas cada caso é um caso. Eu particularmente adoro o Blog do Cardoso, mesmo sendo ele o maior e mais famoso (e segundo ele o primeiro do Brasil) problogger. O mesmo vale para o Via6 que agora recebe aporte de capital de risco.

Talvez seja também paranóia minha, mas penso que se tentar me tornar problogger serei como vários e varios outros, que simplesmente tentam pífiamente ter algo que valha a pena a ser lido. Não, Aqui não, maganão!

(quem quiser efetuar uma doação a esse mendingo baiano cara de pau, favor entrar em contato pelo email AnthenorAguiar[ a ] gmail.com até eu tomar vergonha na cara e preparar um formulário de contato)

Tenha personalidade, Gravatarise

7 Abril 2007 por Anônimo

Às vezes começo a prestar atenção em outros detalhes além do conteúdo dos comentários em blogs e sites, principalmente blogs. Muita gente não sabe o que significa e por isso damos desconto mas para quem sabe o que é, porque não utilizam Gravatar? Em todo canto da web as pessoas utilizam imagens para se identificar, as avatares. No MSN são chamadas de Imagens de exibição e no Orkut é uma foto de dimensões máximas recentemente limitadas a 128×128px que cumprem esta função.

Por mais inúteis que sejam, uma imagem vale mais que mil nomes. Raramente você se lembrará do nome de alguém que escreveu uma mensagem mas uma avatar chamativa fará com que você se lembre que foi esta pessoa que escreveu. A marca fica relacionada mentalmente com a pessoa.

O que é Gravatar?

O Gravatar (Globally Recognized Avatar/Avatar globalmente reconhecida) é uma rede global que publica a avatar de cada autor de cada comentário de um blog. Funciona da seguinte maneira, no site oficial do Gravatar você cadastra um e-mail e uma avatar para você utilizar. Esta avatar será ligada ao seu e-mail diretamente e a cada comentário feito num blog que tenha um plugin que exiba avatares Gravatar utilizando este e-mail sua Gravatar será exibida. A segurança de seu endereço eletrônico fica guardada pois somente são exibidas as avatares sem mostrar qualquer informação aberta quanto ao e-mail que o utiliza nem mesmo no endereço da imagem. A exibição de seu e-mail nos comentários de um blog fica por conta da decisão do proprietário do Blog e não do Gravatar.

Grande parte dos blogs, o Giganertz entre eles, utilizam Gravatar nos comentários. Elas são exibidas geralmente ao lado do nome do autor do comentário e tem tamanho máximo de 80×80 pixels que podem ser redimensionadas de acordo com o visual do blog. Quando um visitante comenta sem utilizar um e-mail cadastrado no Gravatar é possível substituir a imagem exibida no local por uma padrão ou manter como padrão o G tombado do Gravatar em fundo azul que ilustra o inicio deste post.

Tenho um blog e quero colocar Gravatar nos comentários

No site oficial do Gravatar existe uma seção dedicada exclusivamente a isto. Ela está toda em inglês mas sua compreensão e tradução são fáceis e tem métodos para diversos sistemas de blogagem e indexação de conteúdo como WordPress, Blogger e MovableType.

Dicas para uma boa avatar

Para terminar, existem algumas dicas boas para quem vai utilizar uma avatar:

  • Se possível, faça você mesmo sua própria avatar. Se não têm conhecimentos em edição de imagens, pegue um personagem uma fotografia que corresponda com você e seja incomum.
  • Evite trocar sempre sua Gravatar para que as pessoas possam te identificar melhor. Se você acha mesmo necessário, troque por uma relacionada com o tema anterior para que tenha uma aceitação mais rápida ou mude completamente o tema e o mantenha por um longo período (anos). “Oito ou oitenta.”
  • Nunca se esqueça de comentar utilizando o endereço de e-mail que sua Gravatar está cadastrada para que ela seja exibida.

Abraço, feliz páscoa e até mais! ;)

Linux de fábrica não é a solução. Não a imediata.

5 Abril 2007 por Anônimo

Depois de um sucesso notável com sua versão 3.1 que revelou o Windows como um concorrente ao Macintosh, em agosto de 1995 a Microsoft lançou o Windows 95. O sistema já vinha instalado na maioria dos computadores pessoais da época. Eu mesmo tive meu primeiro contato com um computador no Windows 95, que utilizei até 2002 apenas fazendo desenhos no paint. Em 1995 tudo que as pessoas precisavam era um sistema fácil de mexer, fácil de obter e adotariam qualquer um que apresentasse estas funcionalidades e tivesse um custo acessível. O Linux de 1995 era sub-desenvolvido e para tudo necessitava dos conhecimentos técnicos do usuário. Utilizar Linux sem conviver com terminais era algo quase impossível até que se perdeu o romantismo.

Hoje os tempos mudaram e até o Governo do Brasil entrou na onda da tecnologia e criou o Computador para Todos: computador pessoal com software livre instalado de fábrica, hardware bom para uso pessoal e preço acessível à população de baixa renda que pode ser financiado. O projeto poderia ser a menina dos olhos para o Linux no Brasil se 73% dos usuários não o trocassem por Windows, principalmente Windows pirata.

Agora é a vez da Dell entrar na briga e trazer computadores e notebooks com Linux pré-instalado. A empresa se baseou em pesquisas com usuários e 70% das mais de 100 mil respostas que recebeu afirmavam que preferiam comprar computador com Linux pré-instalado. Ponto positivo para a Dell que vai trazer mais opção e vinda de uma empresa de reconhecimento mundial. E ponto negativo… para a falta de divulgação.

Talvez se os sistemas operacionais Linux fossem divulgados mais amplamente, eles poderiam obter uma parcela de público maior mas duvido que alguém consiga encontrar um usuário comum que não leia sobre tecnologia e nem tenha amigos para falar à ele sobre Linux que saiba quais vantagens o pingüim tem. É como a guerra Internet Explorer vs. Firefox. Todos culpam a vitória do Internet Explorer por vir instalado no Windows por padrão mas mesmo assim o Firefox está conquistando mercado. Ele não vem pré-instalado mas tem algo a mais para oferecer e é isso que muda o rumo da história. A realidade é que o povão usa mesmo computador para MSN, Orkut e jogos e dos três apenas o Orkut é no Linux igual ao que eles estão acostumados no Windows. Por mais que falem, Linux não tem tão bons jogos assim e emular jogos é horrível. O MSN pode ser substituido pelo aMSN pra quem gosta de mais recursos, mas mesmo assim ele é complicado de usar, feio e não tem algumas funções. Então, qual a vantagem?

Domínio Publico – A Sua WeBiblioteca “2.0″

31 Março 2007 por Anônimo

DomÃnio Publico

Todos (ou pelo menos a maioria) sabe que o Governo Federal apóia e incentiva o uso de software livre. E nessa de liberdade criou o “Portal Domínio Publico“, uma Biblioteca pública e acessível com um imenso acervo de 720 obras, dentre músicas, teses universitárias, livros, imagens e softwares. Tudo de graça! É uma iniciativa realmente útil para quem faz faculdade, e também para pessoas que como eu, gostariam de se divertir lendo uma divina comédia, ou ouvindo uma música contemporânea. Mas nem tudo são flores. O Governo Federal Planeja fechar o site devido ao diminuto número de visitantes. Sofrível, né? Como podemos evitar? Visite o Domínio agora, amanhã e depois. Divulgue essa informação para que essa maravilha não se perca. Post no seu blog (com trackback de preferência), no fórum, coloque no msn, em qualquer lugar. Não dói, nem mata. Faça esse favor a Websfera. Entre no Domínio Público.

iPod? Eu quero é mais!

28 Março 2007 por Anônimo

A questão da vez é o seguinte “iPod Nano ou um iPod?“, é o que o Diogo Azevedo quer saber. Eu já comentei no blog dele mas acho que não foi o suficiente. O iPod da Apple é o player mais vendido do mundo, isto é inegável mas o que eu questiono são os motivos de todo esse amor. Muitos falam sobre o tal Uau! da Apple (ou da Microsoft ?!) que faz maravilhas. Eu confesso que já fui apaixonado por um iPod mas o amor… passou.

Comprei um MP3 comum, “DePobre”, pirata sim, com adesivo da Sony, embalagem “MP3/MP4 Player” e manual de instruções em inglês e japonês de um MP4 completamente diferente. Paguei R$ 140,00 e hoje tenho tudo que sempre quis (que tivesse) em um iPod.

Armazenamento

Um iPod Nano chega a 8GB e um iPod vai até os longínquos confins dos 80GB. Meu MP3 tem apenas 1GB, o mesmo que um iPod Shuffle. Comparado à um iPod Shuffle eu paguei metade do preço (no Brasil, pelo menos) e tenho visor, sem entrar em detalhes.

Por executar video é perfeitamente entendível que um iPod tenha 80GB. Filmes completos são muito pesados. Agora para músicas, somente músicas, até porque falamos de um MP3, duvido que alguém consiga ouvir freqüentemente 80GB de músicas, ou até mesmo 8GB. Eu uso menos da metade da capacidade de meu MP3 (incluía neste o Firefox portátil que uso no MP3 como Pen Drive) e tenho músicas suficientes para pouco menos de sete horas; o que, certamente, não vai acontecer.

Com estas quase sete horas de música em menos da metade da capacidade de meu MP3, ainda posso gravar aulas, brincadeiras com amigos, trotes e o que mais eu quiser gravar de voz em alta qualidade de som e capitando sinais sonoros em longa distância (consigo gravar aulas em alto e bom som sentando na última cadeira numa sala de aula).

Por falar em gravação…

Eu também posso gravar a rádio FM que eu estou ouvindo. Obtenho uma música qualquer, uma entrevista, um noticiário, o segredo do cofre da Nativa. Enquanto isso, o iPod não tem rádio FM sem adicionais. É por isso que eu amo o iPod.

Organização e visual

Ponto para o iPod. A organização em pastas é o que eu mais aprecio em um iPod. As pastas cumprem muito bem suas funções enquanto as do meu MP3 eu ainda não consegui dominar completamente porque não tem um botão exclusivo para abrir a pasta (!). Mas fora isso, muita gente, inclusive o Diogo, aprecia a visualização da capa do álbum da música executada no visor. Para quem gosta de frescurinhas ela é, sim, muito bonita e eu apoio completamente ter esta visualização se eu não precisar de um tocador caro como um iPod para isso. Se isso não for possível, me contento com o nome da música e do artista exibidos na tela assim como no iPod. A linha de tempo da música também não me faz falta. Tenho a contagem de tempo em minutos e segundos por números seguida do tempo total da música.

Prenda-se ao que te dão, você não merece ter escolha própria

Pode ser exagero, principalmente do modo em que eu falei mas, cá entre nós, não tem nada pior que ter que se prender à um software como iTunes. Não estou duvidando das qualidades do iTunes como software. Mas o nosso amiguinho pesado é requisito básico para transferir músicas para um iPod utilizando Windows ou Macintosh. Usuários de Linux estão livres do iTunes, mas apenas porque a Apple não fez uma versão compatível com sistemas operacionais do pinguim. Mas mesmo assim, os Linuxers precisam obrigatoriamente de algum software que cumpra esta função.

No meu MP3 simples e singelo basta que eu conecte-o em uma porta USB que ele é reconhecido pelo meu sistema como uma simples pasta. Lá eu arrasto as músicas e desconecto da porta USB. Pronto, basta ouvir.

Recursos que o meu DePobre oferece

Por mais subestimado que seja, ele não se abate e oferece:

  • Reprodução de músicas MP3, WMA e Wave
  • Pen-drive que compartilha memória com as músicas
  • Gravação de voz e rádio com reprodutor de voz
  • Rádio FM
  • Agenda telefônica
  • Organização em pastas, mesmo que fraca
  • Sete modos de equalização
  • Menu em Português, Dinamarquês, Holandês, Sueco, Espanhol, Alemão, Italiano, Inglês e mais um monte de idiomas.

Superior a isto, o iPod oferece alimentação por recarregamento enquanto eu utilizo pilhas AAA que me oferecem 10-14 horas de reprodução sem intervalos.

Acho que vou entender perfeitamente se receber ameaças de morte dos fãs da Apple por falar tão mal do todo poderoso iPod. Cada um escolhe o que melhor atende suas necessidades e este post não vai fazer as vendas do iPod caírem, mas ainda acho que meus R$ 140,00 foram mais bem gastos do que o dinheiro gasto por alguém que comprou o tocador da maçã. Antes que me perguntem, queria também deixar uma coisa bem clara: eu fiz sim uma baita propaganda e apresentei todos os recursos mas eu não estou vendendo, sinto muito. =D

As Novas WebEmpresas de Sucesso

26 Março 2007 por Anônimo

Atualmente surgem muitas empresas na internet, são mais de 110.000 domínios criados por dia. Mas apesar disso, apenas algumas poucas empresas crescem e atingem o sucesso.

Não é necessário só um rostinho bonito para

fazer sucesso. Para fazer Sucesso no meio desse monte de novos sites é necessário ter uma boa idéia, e uma boa divulgação. Sem divulgação, a idéia não é nada, e vice-versa.

Um exemplo disso é o Google. Demorou 5 anos para fazer sucesso, enquanto o BooBox, com menos de 6 meses de vida, já foi citado nos maiores sites de tecnologia do mundo. O Grande Trunfo do BooBox foi a qualidade e o post (logo, publicidade) no TechCrunch, o maior blog de tecnologia do mundo. A partir daí, foi citado em vários outros lugares da websfera.”Ok, eu tenho uma boa idéia, tô divulgando feito um condenado e num tá adiantando nada. O que eu faço?”

Os Funcionários

Está certo que isso não tudo, mas é meio caminho andado. É Preciso também dar liberdade aos funcionários. Com liberdade a empresa vira uma família. A Família vira uma Casa, e trabalhar em casa é sempre mais fácil. Sun Tzu já dizia: “Trate seus soldados como filhos e eles nunca lhe abandonarão”. Se você for um empreendedor pão duro e mão de vaca você irá falir. Com uma boa remuneração seus “familiares” se sentiram mais entusiasmados, e podem ter, residencial mente, melhores experiências com coisas que lhe ajudarão, além de novas idéias geralmente úteis. O Google está um passo a frente nesse quesito. Seus funcionários tem tamanha liberdade, que podem levar seus animais de estimação, e até suas roupas para lavar, sem ser descontado no salário. Eu sei, você não é um Google, mas “invista o mínimo, para ganhar dinheiro e investir o máximo”*

Inovação

Por maior que seja a qualidade de seu produto, ele não vai pra frente se houver 100 tão bons quanto o seu, e com a mesma função. O que fazer? Inove! Na época que eu era guri** existiam várias ferramentas de busca na web. O Google se destacou porque foi o primeiro que não tinha base em diretórios. o Googlebot buscava na websfera inteira, possuindo assim, resultados mais relevantes. O Hotmail foi o primeiro sistema de e-mails gratuito a fazer sucesso e possuir uma interface visível e utilizável sem o auxílio de um programa que não fosse o próprio navegador. Além de enviar newsletters de parceiros. A Microsoft gostou dessa idéia e comprou. Hoje em dia é raro encontrar alguém que nunca tenha possuído um Hotmail

Navegação e Design

Você já teve uma idéia, incrementou pra que ficasse inovadora, cuidou bem de seus funcionários e da Divulgação. Beleza. Mas… Seu site precisa ser bem interativo e intuitivo. O cliente não vai fuçar seu site em busca da informação. Ele quer ela pronta a espera dele (sim, isso foi um clichê). uma boa idéia no hora de contratar alguém pra fazer seu site é desenhar uma arvore de menus e dar pro cabrunco colocar no site. Peça a ele para fazer seu site em Web2, e, conseqüentemente, mais rápido. Se ele não souber o que é isso, despeça-o. Ele não merece seu dinheiro. (Se você não sabe o que é Web2 fique de olho no Giganertz que um dia eu explico a minha versão.) * Frase de Bruno Pedrozo ** Eu tenho 14 Anos